Bateu na mãe


"Bateu na Mãe traz quatro histórias (que podem também ser lidas como uma só), nas quais há um forte questionamento do conceito de família, dos estereótipos entre os espaços da rua e do lar, do arquétipo feminino, da mercantilização da inocência infantil e de como tudo parece simples e perfeito na manipulação publicitária dos discursos político-partidários.  

(...)

Vinicius dialoga, em Bateu na Mãe, com o surrealismo de David Lynch, com o deboche freak e escatológico de John Waters e Marcatti, com o homoerotismo kistch de Almodóvar e Caio Fernando Abreu, com o impressionismo abstrato de Lorenzo Mattotti e com os clichês das novelas de TV e da música pop."

(Milena Azevedo)


A5

32 páginas

500 cópias